
Desde os tempos passados, os homens mais espertos procuravam por mulheres de quadris largos, consideradas melhores reprodutoras. Ah, a desculpa da procriação que precede o sexo, histórica. As mulheres da arábia, conterrâneas da colunista deste blog, sabem bem que o tilintar das ancas pode gerar ouro, muito ouro. Nada bobas, estas dançarinas do ventre. Porque, vem cá, ventre e quadril são praticamente a mesma coisa no aspecto tratado neste texto.
Hoje em dia temos as popozudas que, pessoalmente, não me agradam simplesmente por parecerem aberrações da natureza. Mas, maioria ganha, popular não pode ser descartado e outros ditados a mais, as mulheres-frutas acabam por seduzir com o que têm de maior e melhor, a preferência nacional, *bunda*, do chic latim “quadril”.
Aplicada na vida prática, a teoria dos quadris que não mentem pode ser bem observada na pista de dança. Uma mulher que está no hit só pra se divertir (sozinha) e dançar (no máximo com as amigas), mantém o quadril quase quadrado. Consegue imaginar? Não? Então pensa no extremo oposto: uma sensual mulher envolvendo a atmosfera com seu balançar arredondado com o movimento vagaroso de suas coxas que, não sem propósito, sustentam o quadril. Desculpe, mas até em mim deu água na boca. Se ela aponta o quadril pra você quando passa por ela, então, o game tá ganho.
Portanto, você, mocinho que está à caça por aqui e ali, comece a olhar mais pro que a mulher está fazendo com esta parte do corpo do que pro simples fator “esta parte do corpo existe”. Porque, sim, é uma verdade absoluta: os quadris não mentem!”
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